OVADIA SAADIA
Turquia - Istambul Chic - Ovadia Saadia no Oriente Médio, Deserto da Judeia / Março 2012


Por Ovadia Saadia, 10/04/2012 às 10:29

Ovadia Saadia no Oriente Médio

O Deserto da Judeia faz fronteira com as Montanhas da Judeia no oeste e com o Mar Morto no leste. Ele é considerado um deserto relativamente pequeno, passando por somente 1500 quilômetros quadrados, mas ele contém muitas reservas naturais fascinantes, sítios históricos, monastérios e panoramas fascinantes que o tornam um lugar excitante e especial para se visitar.

O deserto da Judeia é cheio de paisagens inspiradoras, que estão mudando constantemente. Montanhas, penhascos e montes estão lado a lado de planaltos, leitos de rios e canais profundos. O deserto em toda sua largura e extensão é cortado por vários rios que criam canais de até 500 metros de profundidade. Alguns destes rios têm água o ano todo, e criam oásis como Nahal Arugot, Nahal Prat e Nahal David. Os antigos penhascos na extremidade oriental do deserto se elevam a uma altura de 300 metros acima da praia do Mar Morto, e reservas naturais como Ein Gedi e Einot Tzukim se encontram nas suas bases.

Perdido no deserto da Judéia...
Beduinos fashion fazendo pose

O Deserto da Judeia está perto de Jerusalém e é relativamente pouco habitado. Os poucos assentamentos que existem lá foram estabelecidos em seu perímetro. O deserto é conhecido pela sua paisagem dura, que forneceu refúgio e um esconderijo para rebeldes e zelotes através da história, além de solidão e isolamento para monges e eremitas. Durante os dias do macabeus (cerca de 2000 anos atrás), grandes fortalezas foram estabelecidas no deserto, como Massada e Horkenya .

Durante o período da grande rebelião judaica contra Roma, a última batalha dos zelotes judeus foi disputada em Massada, e durante o período do Segundo Templo os membros deste grupo viveram ali. Há várias décadas atrás os Pergaminhos do Mar Morto foram descobertos escondidos numa caverna em Qumran, e estes ensinaram muito sobre a Bíblia e o período durante o qual foram escritos. Vale a pena visitar o Parque Nacional de Qumran e ver as os restantes arqueológicos do povoado que existiu ali. Os rebeldes judeus não eram as únicas pessoas que viveram no Deserto da Judeia. Durante o período bizantino (aproximadamente 1500 anos atrás), uma ordem especial de monges chamada Laura viveu lá e basearam o seu estilo de vida no isolamento e na solidão total. Os monastérios magníficos que pertenceram aos monges desta ordem foram construídos nas rochas e em suas rachaduras, com quartos pessoais pequenos e cúpulas para encontros durantes os dias de reza.

Deserto da Judeia

Muitos monastérios foram estabelecidos no Deserto da Judeia. Alguns ainda estão ativos, e outros, como o Monastério de Mar Saba, o Mar Jirias e outros estão vazios e só restam suas ruínas. Perto do Deserto da Judeia e dos monastérios se encontra um dos lugares mais importantes do cristianismo, o sítio do batismo no Rio Jordão, onde Jesus foi batizado por João Batista.

Deserto da Judeia

De acordo com a tradição cristã as águas do Rio Jordão são sagradas, e muitos peregrinos vêm mergulhar nestas águas. (o local foi depois movido para o ponto onde o Rio Jordão flui para fora do Kineret, que tem acesso mais fácil). Os visitantes podem fazer excursões que duram vários dias no Deserto da Judeia, a pé, de bicicleta ou num carro utilitário esportivo (S.U.V). Os turistas podem se hospedar em um dos muitos hotéis da área, ou acampar sob as estrelas para realmente vivenciar o deserto

Afed, en Alta Galilea

Afed, en Alta Galilea, es la ciudad más alta del país (850 metros de altura), y una de las cuatro ciudades santas del judaísmo. En el siglo XVI, recibió a muchos sabios y doctores de la fe, principalmente sefardíes expulsados de España por la Inquisición, al que se sumaron más adelante las comunidades jasídicas de Centroeuropa. Este enclave de la vida intelectual judía se convirtió en el principal centro de estudios de la cábala. Hoy en día te cruzarás con alumnos de las escuelas talmúdicas, con su redingote negro, y los peregrinos, que vienen para meditar en las antiguas sinagogas, así como una gran cantidad de pintores que decidieron instalarse en esta ciudad "inspirada". El antiguo barrio judío es un dédalo de callejuelas con decenas de sinagogas. Estas sinagogas, casi todas del siglo XVI, recuerdan a los grandes rabinos cabalistas que yacen en el cementerio de la ciudad. No dejes de visitar al menos estas tres: la sinagoga de Isaac Louria (uno de los maestros de la cábala), la sinagoga de Joseph Caro (que escribió el código de la vida judía) y la sinagoga de Isaac Abohav (otro rabino famoso, venido de España). Las bibliotecas de estas sinagogas guardan valiosos manuscritos ilustrados. En el barrio árabe, hay muchas galerías de arte que exponen las obras de pintores de Safed

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Eu e meu amigo Camelo
Le Chameau...

Kfar Hanokdim é um lugar único no mundo. Um literal e verdadeiro oásis beduíno no deserto. Localiza-se em Israel, no deserto da Judeia, no Vale de Caná, entre a cidade de Arad e Massada e próximo ao Mar Morto.

Kfar Hanokdim, deserto da Judeia, Israel

Eu e o Sheik beduíno num Oásis 5 estrelas no meio do nada.
Ovadia Saadia e um Sheik beduíno num Oásis 5 estrelas

KFAR HANOKDIM - A Vila dos Beduínos


Lawrence da Arabia...surreal
Lawrence da Arabia

Camelos eu sonhei talvez....
Camelos eu sonhei talvez

Beduinos fashion fazendo pose....meninos eu vi....
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Lágrimas de emoção ao me deparara com o Deserto da Judéia sem fim
O deseeto deixa a gente meio louco....nunca mais volta igual....
Beduinos fashion fazendo pose Beduinos fashion fazendo pose


Hotel Barceló Erezin Topkapi, Istambul, Turquia

O hotel Barceló Erezin Topkapi (grupo Barceló de Hotéis em locais paradisíacos) é um dos grandes endereços na mágica Istanbul, na Turquia. Aqui o encontro com sotaque espano- brasileiro de Tomás López (o amável Gerente geral), o espanhol Javier Estefanell (gerente de operações), a turca Aysen Ince (da equipe de vendas), Murat Bitran (da brezo Tours, que organiza os melhores passeios na mistica região) e Cléo Ikovicz, do Ministério do Turismo no Brasil e América Latina.



Barceló : Millet Cadessi, 186; Fone 90 212631 1212- Istanbul

Brezo Tours: www.brezotours.com
Cumhuriyet Caddesi Polat 177- Harbiye- Istanbul
Tel.: 90 212230 7585

Dica de Turismo- Istanbul, Turquia
Igreja de Santa Sofia: impactante

A Basílica de Santa Sofia, também conhecida como Hagia Sophia ( Hagia Sophia, que significa "Sagrada Sabedoria"; em turco: Ayasofya) é um imponente edifício construído entre 532 e 537 pelo Império Bizantino para ser a catedral de Constantinopla (atualmente Istambul, na Turquia). Da data em que foi dedicada em 360 até 1453, ela serviu nesta função, com exceção do período entre 1204 e 1261, quando ela foi convertida para uma catedral catótlica romana durante o Patriarcado Latino de Constantinopla que se seguiu ao saque da capital imperial pela Quarta Cruzada. O edifício foi uma mesquita entre 29 de maio de 1453 e 1931, quando foi secularizada. Ela reabriu como um museu em 1 de fevereiro de 1935[1].

A igreja foi dedicada ao Logos, a segunda pessoa da Santíssima Trindade[2], com a festa de dedicação tendo sido realizada em 25 de dezembro, a data em que se comemora o Nascimento de Jesus, a encarnação do Logos em Cristo[2]. Embora ela seja chamada de "Santa Sofia" (como se tivesse sido dedicada em homenagem a Santa Sofia), sophia é a transliteração fonética em latim da palavra grega para "sabedoria" - o nome completo da igreja em grego é ?a?? t?? ???a? t?? Te?? S?f?a?, "Igreja da Santa Sabedoria de Deus"[3][4].

Famosa principalmente por sua enorme cúpula (ou domo), ela é considerada a epítome da arquitetura bizantina[5] and is said to have "changed the history of architecture."[6]. Ela foi a maior catedral do mundo por quase mil anos, até que a Catedral de Sevilha fosse completada em 1520. O edifício atual foi construído originalmente como uma igreja entre 532 e 537 por ordem do imperador bizantino Justiniano I e foi a terceira igreja de Santa Sofia a ocupar o local, as duas anteriores tendo sido destruídas em revoltas civis. Ela foi projetada pelos cientistas gregos Isidoro de Mileto, um médico, e Antêmio de Trales, um matemático[7].

A igreja continua uma grande coleção de relíquias e tinha, entre outras coisas, uma iconostasis de 15 metros de altura em prata. Ela era a sede do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla e o ponto central da Igreja Ortodoxa por quase mil anos. Foi ali que o Cardeal Humberto, em 1054, excomungou o patriarca Miguel I Cerulário, iniciando o Grande Cisma do Oriente, que perdura até hoje.

Em 1453, Constantinopla foi conquistada pelo Império Otomano sob o sultão Mehmed II, que subsequentemente ordenou que o edifício fosse convertido numa mesquita[8]. Os sinos, o altar, a iconostasis e os vasos sagrados foram removidos e diversos mosaicos foram cobertos por emplastro. Diversas características islâmicas - como o mihrab, o minbar e os quatro minaretes - foram adicionados durante esse período. Ela permaneceu como mesquita até 1931, quando Kemal Atatürk ordenou que ela fosse secularizada. Ela permaneceu fechada ao público por quatro anos e reabriu em 1935 já como um museu da recém-criada República da Turquia. Não obstante, os mosaicos coloridos remanesceram emplastrados na maior parte, e o edifício deteriorou-se. Uma missão da UNESCO em 1993 notou queda do emplastro, revestimentos de mármore sujos, janelas quebradas, pinturas decorativas danificadas pela umidade e falta de manutenção na ligação da telhadura. Desde então a limpeza, a telhadura e a restauração têm sido empreendidas. Os excepcionais mosaicos do assoalho e da parede que estavam cimentados desde 1453 agora são escavados gradualmente.

Por quase 500 anos, a principal mesquita de Istambul, Santa Sofia serviu como modelo para diversas mesquitas otomanas, principalmente a chamada Mesquita Azul, que fica em frente a Santa Sofia, a Mesquita Sehzade, a Mesquita Süleymaniye, a Mesquita de Rüstem Pasha e a Mesquita de Kiliç Ali Pasa.

Ovadia Saadia
Publisher
Agradecimento- Turkish Airlines






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